19 de fev. de 2013

The Economist chama políticos brasileiros de 'zumbis'


No artigo, revista britânica cita como exemplo o presidente do Senado, Renan Calheiros


18 de fevereiro de 2013 | 19h 12
Fonte:   O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - A revista britânica The Economist classificou os políticos brasileiros, citando como exemplo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), de "zumbis". O artigo publicado no último sábado, 16, analisou a manutenção do poder político de figuras públicas envolvidas em casos de corrupção, em alguns casos já até condenadas.
"Apesar de sérias alegações de corrupção, a velha guarda continua voltando", escreveu o semanário no subtítulo do artigo.
A análise relembra a última eleição de Renan à presidência do Senado em 2007, quando foi obrigado a renunciar por ter sido acusado de ter despesas pessoais pagas por um lobista de construtora. O texto enfatiza também o fato de a presidente Dilma Rousseff ter aceitado a candidatura de Renan depois de ter sido rígida na punição de ministros enredados em episódios de corrupção.
No artigo, Renan é também tido como um "novo exemplo bem estabelecido de fenômeno brasileiro": do político que não é atingido por denúncias. "O Senhor Calheiros é o mais novo exemplo de um bem estabelecido fenômeno brasileiro: o político que consegue sobreviver a qualquer número de pancadas aparentemente fatais", resume o semanário.
Outros casos são relembrados pela The Economist. Cita o julgamento do mensalão e também outros políticos condenados por corrupção como os deputado Paulo Maluf (PP) e José Genoino (PT), com críticas de que eles ainda assim continuam exercendo seus mandatos no Congresso.
"Um terço dos legisladores do Brasil ou foram condenados ou estão sendo investigados por crimes que vão de compra de votos a roubo e exploração da escravidão", diz o texto.
Apesar disso, a revista mostra que a população se mobilizou em protesto contra mais um exemplo de manutenção de políticos acusados de corrupção no poder público. Uma petição foi aberta na internet pedindo o impeachment de Renan Calheiros, atingindo 1,36 milhão de assinaturas, o suficiente para levar a demanda ao Congresso.
"Brasileiros ainda têm esperança de que os zumbis políticos sejam postos para dormir", termina o texto. 
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Leia o texto na íntegra clicando no link abaixo:
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13 de fev. de 2013

O carnaval 2013 em Saltinho




O carnaval 2013 de Saltinho acabou.  Foram quatro dias de folia sem nenhuma fatalidade. Agora, depois da folia, da ressaca e da volta ao trabalho, chega a hora de refletir sobre o evento que movimentou a cidade.

Em primeiro lugar cabe a pergunta: Quem realmente se beneficiou com o evento?

Os maiores beneficiados foram sem dúvida a população de Piracicaba e Rio das Pedras que, sem opções gratuitas em suas cidades migraram para Saltinho. O resultado? Um evento extremamente lotado, sem condições de organização e segurança.

Ficou claro o esforço gigantesco que a Policia Militar teve que fazer para garantir a segurança para a população.       Veja mais...
Reforços foram chamados, e mesmo assim, eles ainda não foram suficientes para evitarem as diversas brigas diárias que aconteceram no evento.

Até a própria Polícia chegou a ser atacada por vândalos de outras cidades no final da noite de sábado para domingo a qual teve que responder a altura dos ataques.

O número de foliões oriundos de outras cidades foi assustadoramente maior do que os foliões saltinhenses. Diariamente, o que se via era uma proporção de 70% de foliões de outras cidades contra 30% de foliões saltinhenses.

Esse número impressiona. Principalmente quando falamos de valores.

A Prefeitura de Saltinho gastou nada mais, nada menos que R$ 47.400 com os quatro dias de evento, ou seja, R$ 11.850 por dia. A nosso ver, uma soma muito grande de dinheiro para uma festa onde os maiores beneficiados foram pessoas de outras cidades.




Em nossa analise, a Prefeitura de Saltinho pecou em três fatores essenciais para o Carnaval 2013, ou seja, faltou Propósito, Planejamento e Organização.

Propósito:

Para quem estava voltada a festa? Para os saltinhenses ou para os “turistas”?
Não ficou claro para qual segmento a Prefeitura quis organizar o carnaval: para os jovens, para as crianças, para a família?

Planejamento:

Basicamente, não houve um planejamento. O que houve foi um trio elétrico alugado para fazer a festa na praça e pronto.

Não houve uma matinê para as crianças em um local mais seguro, como era feito no Centro Comunitário. Não houve uma festa com marchinhas para a Terceira Idade. Não houve nenhum baile de carnaval para os casais. Não houve nada. Houve apenas um caminhão grande com som alto e mais nada.

Já tínhamos pontuado aqui o problema do horário de encerramento da festa, e estávamos certos. A grande maioria das brigas aconteceram depois da meia noite. Ou seja, mais um erro de planejamento que mostramos aqui antes da festa começar e nada se fez em relação a isso.

Por fim, a questão da festa dos blocos do “Opalão” e “Caveirão”:

Esse foi o único dia em que se pôde ver um pouco mais de saltinhenses nas ruas.

Aliás, minha sugestão é que no próximo carnaval a prefeitura prepare a Pista de Arrancada da cidade para a festa dos blocos. Além de isolado, o local possui a infra-estrutura necessária para a festa, assim como para a segurança do local, liberando desse modo a avenida mais importante de acesso da cidade para os moradores.

Organização:

Quem veio à praça percebeu a falta de organização por vários motivos, entre eles o mais gritante era a falta de sanitários para a quantia de pessoas que estavam no local.

Saltinho virou um banheiro a céu aberto nesses quatro dias. Era evidente e desagradável o odor de urina que reinou nas ruas da cidade. Até o toldo da ótica da cidade foi tirado para servir de “tapume” para que os foliões urinassem na calçada sem serem vistos.

A quantia de menores alcoolizados está crescendo a cada ano nos carnavais e, a meu ver, era obrigação da Prefeitura exigir que todos os conselheiros tutelares estivessem presentes nos quatro dias de festa com o intuito de conscientizar, prevenir e impedir o consumo de álcool e até drogas por menores de idade, o que não aconteceu.

Falando em sexo, não vimos em nenhum dia os agentes de saúde da cidade fazendo campanhas de prevenção e conscientização sobre sexo seguro. Não vimos nem a distribuição de preservativos ser feita esse ano. Bem, vamos esperar Novembro chegar e ver quem serão as novas mamães solteiras que foram eleitas nesse carnaval 2013.

Por fim, o som de veículos. Saltinhenses e foliões vizinhos extrapolaram o bom senso de vez. O Som alto de veículos voltou a ser um problema, no entanto, iremos discutir isso em breve em uma postagem especial sobre o tema.

É isso. O carnaval 2013 passou. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Um carnaval que gerou muito descontentamento da população local, mas que poderá ser melhor em 2014 desde que a Prefeitura comece a planeja-lo desde já. No entanto, duvidamos que isso aconteça.

É esperar para ver...

3 de fev. de 2013

Cerquilho cancela carnaval de rua. Um modelo a ser seguido por Saltinho?


O Tradicional Carnaval de Rua de Cerquilho não será realizado em vias públicas em 2013.

A mudança atende a um pedido feito pelo Conselho Tutelar de Cerquilho junto a Justiça da cidade.

A justificativa desse pedido foi o grande número de ocorrências envolvendo menores de idade alcoolizados durante as festas em anos anteriores.

O Aumento da Violência, tanto entre menores, quanto entre adultos no Carnaval, também preocupa as autoridades de Cerquilho.

A Policia Militar de Cerquilho reforçou o pedido do Conselho Tutelar argumentando que a segurança poderia ser mais efetiva em recintos fechados.

Portanto, esta aí mais um caso concreto de uma cidade próxima a nós que transferiu seu Carnaval de Rua para recintos fechados com o intuito de zelar pela segurança da sua população.      Veja mais...

E o Carnaval Saltinhense, ficará na Rua? Nós estamos iniciando uma campanha para que o Carnaval de Saltinho também seja transferido para recintos fechados. Você concorda? 

Estamos abertos a discussão.

Deixe seu comentário abaixo, ou no Facebook. Não adianta tapar o sol com a peneira, chegou a hora de discutir e decidir sobre esse tema polêmico na cidade. Ou vamos fazê-lo depois que uma tragédia aconteça aqui?

Segue abaixo a matéria sobre Cerquilho direto do Portal G1. 

Clique na imagem abaixo para ler a matéria na íntegra:


1 de fev. de 2013

Uma opção para seguirmos no Carnaval de Saltinho?

A cidade de Águas de São Pedro cancelou seu Carnaval de Rua em 2013 por três motivos:

1 - Aumento generalizado da violência nas ruas.

2 - Reclamação constante de comerciantes e moradores do entorno.

3 - Foco do dinheiro investido para uma festa voltada exclusivamente para a população da cidade.

É uma opção para se pensar em Saltinho. A discussão está aberta.          Veja mais... 

Clique na imagem abaixo para ler a matéria sobre Águas de São Pedro na íntegra:




30 de jan. de 2013

O Carnaval em Saltinho. Colocando o dedo na ferida.

       A partir de hoje vamos dedicar o blog a diversas postagens sobre o carnaval. Acompanhem nossas postagens!



Por Eduardo Montebello

O carnaval em Saltinho já começou. Nesse último domingo a “Turma do Opalão”, realizou por sua conta e risco um “esquenta” para celebrar a chegada do carnaval daqui a duas semanas.

O resultado já era esperado: brigas, pessoas machucadas, população em risco.

Nada mais normal quando se trata de uma festa de rua baseada no consumo excessivo de álcool, na desorganização, no número assustador de forasteiros e na falta de segurança.

Vamos deixar bem claro que não tenho nada contra festas (sou festeiro de carteirinha!), muito menos contra as turmas do “opalão” ou do “caveirão”.      veja mais....

No entanto, o vulto que essa festa vem tomando – assim como o Carnaval em Saltinho – vem me assustando muito, principalmente pela falta de organização e segurança que a festa vem apresentando já há algum tempo. 

Portanto, penso que o momento é mais que oportuno para toda a sociedade discutir o futuro dessa festa.

Segue abaixo alguns pontos importantes que devem ser discutidos:

SEGURANÇA

Para começar, a prefeitura tem se mostrado inábil de organizar uma segurança que condiz com as necessidades do Carnaval que ela mesma organiza.

Todo ano é a mesma coisa, e esse ano não será diferente. O prefeito Grilo prometerá reforços na segurança, mas ele nunca aparece e quando ele existe, o número de policiais ainda é muito reduzido pelo tamanho da festa.

Temos que deixar claro que é impossível fazer a segurança de um evento com um efetivo policial reduzido. Logo, atos de violência como o que assistimos no domingo passado não é culpa da ausência da polícia, e sim, culpa da prefeitura pela falta de uma política clara de segurança para essa festa.

Lembrem-se que além da festa, os dois únicos policiais que estavam naquele turno (no domingo), infelizmente, ainda tinham que fazer a segurança do resto da cidade. Sejamos sinceros, uma Missão Impossível.

LOCALIZAÇÃO

Tradicionalmente, a festa em Saltinho é realizada na rua e praça central da cidade, ou seja, em locais abertos, o que dificulta uma gestão eficaz da segurança e facilita todo o tipo de violência, consumo de drogas, álcool, etc.

Saltinho deveria seguir a tendência das cidades vizinha que, com prefeitos dotados de inteligência e liderança, começaram a organizar o Carnaval em recintos fechados. Cerquilho e Águas de São Pedro são algumas delas.

Aqui na cidade temos vários recintos que oferecem comodidade e segurança para a população: O Centro Comunitário, o Ginásio de Esportes, até uma parceria com o Clube de Campo de Saltinho seria viável a meu ver.

Volto a repetir, com o aumento generalizado da violência em nossa região, é vital repensar a festa para recintos fechados e com isso garantir uma maior segurança da população. Pense nisso caro (e)leitor, são seus filhos que estarão na festa e penso que segurança é tudo que você quer para eles.

FORASTEIROS

Depois da confusão que aconteceu no “esquenta” do “Opalão” começou uma discussão sobre o impacto (se negativo ou positivo) dos foliões de outras cidades em Saltinho.

Sem xenofobia, é obvio que pessoas de outra cidades são bem vindas aqui, desde que possuam “um certo grau de civilidade”, isto é, ter respeito ao próximo, a cidade onde estão e as valores ao qual os saltinhenses acreditam e pregam.

Todavia, festas em locais abertos dificultam a vigilância de pessoas suspeitas pela polícia, especialmente pessoas oriundas de outras cidades, pessoas as quais os nossos policiais não conhecem. 

Há relatos de que até bandidos ligados ao PCC estavam presentes no "esquenta" do opalão (claro que não foi  a "turma do opalão" que os convidaram!). Em recintos fechados essa vigilância seria mais eficaz.

ORGANIZAÇÃO DA FESTA

Sem entrar em muitos detalhes, queria focar a discussão aqui no horário de término da festa.

Enquanto que na maioria das cidades da região a festa acaba entre 00:00 e 1:00, em Saltinho, a festa acaba as 4:00 da manhã.

Ao meu ver, é vital que se a festa continuar a ser feita em locais abertos, ela deva acabar no máximo a 1:00 da manhãEstou pensando aqui estritamente na segurança, isso porque após esse horário  é comum encontrar aqui uma coleção de pessoas completamente alcoolizadas dispostas a arrumar brigas e confusões das mais variadas, isso sem falar nos bêbados que vão embora dirigindo seus veículos. 

Por fim, falando em bêbados dirigindo, esperamos que a LEI SECA seja cumprida com rigor aqui na cidade nesse carnaval!

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Esses foram alguns pontos que devem ser discutidos urgentemente por toda a sociedade saltinhense.

Devemos por o dedo na ferida já!

Discutir, reivindicar e organizar um carnaval de maior qualidade e com maior segurança é de interesse de todos. Ou vamos esperar uma tragédia para começar a discutir e mudar essa realidade?

O Carnaval em Saltinho. Colocando o dedo na ferida.


A partir de hoje vamos dedicar o blog a diversas postagens sobre o carnaval. Acompanhem nossas postagens!



Por Eduardo Montebello

O carnaval em Saltinho já começou. Nesse último domingo a “Turma do Opalão”, realizou por sua conta e risco um “esquenta” para celebrar a chegada do carnaval daqui a duas semanas.

O resultado já era esperado: brigas, pessoas machucadas, população em risco.

Nada mais normal quando se trata de uma festa de rua baseada no consumo excessivo de álcool, na desorganização, no número assustador de forasteiros e na falta de segurança.

Vamos deixar bem claro que não tenho nada contra festas (sou festeiro de carteirinha!), muito menos contra as turmas do “opalão” ou do “caveirão”.      veja mais....

No entanto, o vulto que essa festa vem tomando – assim como o Carnaval em Saltinho – vem me assustando muito, principalmente pela falta de organização e segurança que a festa vem apresentando já há algum tempo. 

Portanto, penso que o momento é mais que oportuno para toda a sociedade discutir o futuro dessa festa.

Segue abaixo alguns pontos importantes que devem ser discutidos:

SEGURANÇA

Para começar, a prefeitura tem se mostrado inábil de organizar uma segurança que condiz com as necessidades do Carnaval que ela mesma organiza.

Todo ano é a mesma coisa, e esse ano não será diferente. O prefeito Grilo prometerá reforços na segurança, mas ele nunca aparece e quando ele existe, o número de policiais ainda é muito reduzido pelo tamanho da festa.

Temos que deixar claro que é impossível fazer a segurança de um evento com um efetivo policial reduzido. Logo, atos de violência como o que assistimos no domingo passado não é culpa da ausência da polícia, e sim, culpa da prefeitura pela falta de uma política clara de segurança para essa festa.

Lembrem-se que além da festa, os dois únicos policiais que estavam naquele turno (no domingo), infelizmente, ainda tinham que fazer a segurança do resto da cidade. Sejamos sinceros, uma Missão Impossível.

LOCALIZAÇÃO

Tradicionalmente, a festa em Saltinho é realizada na rua e praça central da cidade, ou seja, em locais abertos, o que dificulta uma gestão eficaz da segurança e facilita todo o tipo de violência, consumo de drogas, álcool, etc.

Saltinho deveria seguir a tendência das cidades vizinha que, com prefeitos dotados de inteligência e liderança, começaram a organizar o Carnaval em recintos fechados. Cerquilho e Águas de São Pedro são algumas delas.

Aqui na cidade temos vários recintos que oferecem comodidade e segurança para a população: O Centro Comunitário, o Ginásio de Esportes, até uma parceria com o Clube de Campo de Saltinho seria viável a meu ver.

Volto a repetir, com o aumento generalizado da violência em nossa região, é vital repensar a festa para recintos fechados e com isso garantir uma maior segurança da população. Pense nisso caro (e)leitor, são seus filhos que estarão na festa e penso que segurança é tudo que você quer para eles.

FORASTEIROS

Depois da confusão que aconteceu no “esquenta” do “Opalão” começou uma discussão sobre o impacto (se negativo ou positivo) dos foliões de outras cidades em Saltinho.

Sem xenofobia, é obvio que pessoas de outra cidades são bem vindas aqui, desde que possuam “um certo grau de civilidade”, isto é, ter respeito ao próximo, a cidade onde estão e as valores ao qual os saltinhenses acreditam e pregam.

Todavia, festas em locais abertos dificultam a vigilância de pessoas suspeitas pela polícia, especialmente pessoas oriundas de outras cidades, pessoas as quais os nossos policiais não conhecem. 

Há relatos de que até bandidos ligados ao PCC estavam presentes no "esquenta" do opalão (claro que não foi  a "turma do opalão" que os convidaram!). Em recintos fechados essa vigilância seria mais eficaz.

ORGANIZAÇÃO DA FESTA

Sem entrar em muitos detalhes, queria focar a discussão aqui no horário de término da festa.

Enquanto que na maioria das cidades da região a festa acaba entre 00:00 e 1:00, em Saltinho, a festa acaba as 4:00 da manhã.

Ao meu ver, é vital que se a festa continuar a ser feita em locais abertos, ela deva acabar no máximo a 1:00 da manhã. Estou pensando aqui estritamente na segurança, isso porque após esse horário  é comum encontrar aqui uma coleção de pessoas completamente alcoolizadas dispostas a arrumar brigas e confusões das mais variadas, isso sem falar nos bêbados que vão embora dirigindo seus veículos. 

Por fim, falando em bêbados dirigindo, esperamos que a LEI SECA seja cumprida com rigor aqui na cidade nesse carnaval!

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Esses foram alguns pontos que devem ser discutidos urgentemente por toda a sociedade saltinhense.

Devemos por o dedo na ferida já!

Discutir, reivindicar e organizar um carnaval de maior qualidade e com maior segurança é de interesse de todos. Ou vamos esperar uma tragédia para começar a discutir e mudar essa realidade?



22 de jan. de 2013

A festa começou



A festa das nomeações de cargos em comissão – os famosos cargos de confiança – da nova administração Grilo começaram a serem publicadas no Diário Oficial de Piracicaba, logo, as informações que trouxemos na postagem passada se confirmam agora com essa publicação oficial para aqueles que leram nossa postagem e não acreditaram no que viram 

Por enquanto, apenas duas pessoas nomeadas possuem um perfil técnico específico e são habilitadas com conhecimento e experiência para fazer um bom trabalho (assim esperamos), são elas: Eleusa Aparecida Bonato de Moraes e Taline Melega Tomé                      Veja mais...

No caso da Câmara Municipal de Saltinho, o novo Jornalista da Câmara é Alex Garcia Calmont de Andrade, filho do proprietário do semanário Riopedrense “O verdadeiro”, o que coloca sérias dúvidas entre nós se esse veículo de comunicação vai tomar partido nessa nova gestão Grilo. Esperamos que isso não aconteça.

Há ainda muitas outras nomeações a serem feitas que em breve virão a tona e publicaremos aqui para os nossos leitores.

Segue abaixo as nomeações extraídas do Diário Oficial de Piracicaba para aqueles que só acreditam vendo:

Clique nas imagens para aumentar o tamanho.